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Eco-taxi circula no Rio de Janeiro
Matéria do portal G1 na Globo.com

Começam a circular nesta quinta-feira (17) os quatro primeiros modelos do eco-táxi, triciclos usados para transporte público, em Volta Redonda, na região Sul Fluminense.
A cidade vai comemorar seus 54 anos com o lançamento do programa Pedala VR. Inicialmente, quatro eco-táxis vão transportar os moradores por 35 quilômetros de ciclovias que a prefeitura está construindo na cidade. Um deles ganhou as cores originais dos táxis que circulam na cidade do Rio de Janeiro: amarelo com faixa em azul. Os novos veículos
não-poluentes foram projetados para um motorista e dois passageiros.
Video do Agility Bike no Viva Mata, no Ibirapuera, SP
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Exposição no Shopping de Bauru
Tryor em exposição permanente na CIESP Bauru
Alunos e Professor da UNESP na Tryor
Marcos Camerini, engenheiro e diretor da Tryor Ind. Equipamentos Especiais, foi convidado a dar uma palestra no dia 31 de maio de 2008 no campus da UNESP – Bauru. Os alunos de 5º ano do curso de Desenho Industrial – Projeto de Produto, assistiram o evento que teve como tema ministrado pelo engenheiro “Projeto e Construção de Veículo Triciclo”. A coordenação deste evento ficou a cargo do Prof. Doutor José Carlos Plácido da Silva.
No dia 7 de junho, sábado, os alunos, em companhia do Doutor Plácido, foram conhecer a fábrica da Tryor em Bauru. Área de engenharia, produção e montagem de veículos triciclo. Tiveram assim a oportunidade de se aprofundar ainda mais no assunto.
Matéria do programa Balanço Geral, TV Record, Bauru, abril de 2008
Matéria do Jornal da Cidade, Bauru, 22 de abril de 2008
Triciclo famoso na China chega a Bauru
Versões de passeio para três ocupantes e carga ganham certificação ‘Carbono Zero’ da campanha do Instituto Vidágua
Que andar de bicicleta faz bem ao físico e diminui o estresse, ninguém duvida. Que o veículo é uma opção barata e não poluente em relação ao carro, também não é novidade. Mas essa “magrela” de origem pouco precisa e controversa ganhou novos contornos com o passar dos anos e das diversas culturas que a adotaram. O mais novo formato da bicicleta foi lançado neste final de semana, em Bauru, com direito a passeios pela avenida Getúlio Vargas. Trata-se, na realidade, de uma variedade de triciclos “Carbono Zero”.
A idéia, inspirada nos modelos comumente vistos em países como a China, tem - garante seu idealizador - tecnologia 100% nacional. “O quadro é totalmente desenhado e pensado pela Tryor (lê-se trior), com um diferencial traseiro como os vistos nos carros, permitindo curvas e manobras”, garante Marcos Camerini, 55 anos, diretor-geral da empresa Tryor e responsável pelo projeto dos triciclos.
Traduzindo, o veículo, com variações para passeio e carga descoberta ou coberta, tem força de tração nas rodas traseiras. Além disso, peso não é problema. O chassi de aço tubular e os complementos de carga em madeira, ou passeio, em fibra de vidro, garantem baixo peso. O modelo para três passageiros, por exemplo, custa às pedaladas o encargo de apenas 85 kg.
Camerini, que assina a coluna Dr. Automóvel no caderno Automercado do JC, salienta que o Triciclo Passeio “Carbono Zero” é ideal para cidades turísticas e sua cobertura em fibra serve para, além de proteger os ocupantes, fazer propaganda. “A idéia é vender mídia através da adesivação do Agility Bike (nome oficial do modelo). Com a veiculação de anúncios, o custo do veículo é pago rapidamente”, pontua o engenheiro.
Ainda segundo Camerini, as bikes são produzidas em uma fábrica radicada no Jardim Contorno, em Bauru. E a matriz comercial da empresa será instalada em breve na cidade. “Além de Bauru, estamos negociando representações em Ribeirão Preto, Campinas e no Ceagesp de São Paulo”, completa.
Ecologia e turismo
Há um mês sendo efetivamente produzidos, os triciclos de apelo ecológico parecem ser feitos sob medida para cidades turísticas. O modelo de passeio, segundo seu idealizador, é feito sob medida para o transporte de turistas, especialmente em cidades planas e litorâneas. “Negociamos unidades para empresas de São Vicente, Santos e Guarujá e há interesse da Prefeitura do Rio de Janeiro no emprego dos triciclos”, afirma Camerini.
Além dos negócios, foi firmada uma parceria entre a empresa e o Instituto Ambiental Vidágua. De acordo com a assessoria de imprensa da organização não-governamental (ONG), os veículos, ecologicamente corretos, vão receber o selo da campanha “Carbono Zero”. O próprio Vidágua vai utilizar o triciclo de carga para o transporte de mudas no Vale do Ribeira.
A campanha encabeçada pelo instituto visa a mobilização da sociedade civil e das instituições públicas e privadas para agir em favor da redução da emissão de gases poluentes na atmosfera através de educação ambiental e fomento florestal.
Matéria do Jornal Bom Dia, Bauru, 20 de abril de 2008
Vidágua certifica empresa com o selo Carbono Zero
A partir de agora, os triciclos da Tryor terão a marca de não-poluição
O Vidágua certificou, ontem, a Tryor com o selo Carbono Zero. A partir de agora, todos os triciclos produzidos pela indústria bauruense terão o selo indicativo de não-poluição ao meio-ambiente. De acordo com a assessoria do Instituto Ambiental Vidágua, o selo foi dado porque a empresa se preocupa em produzir veículos ecologicamente corretos.
Marcos Camerini, 55 anos, diretor geral da indústria, procurou o instituto por considerá-lo sério. “Temos a mesma filosofia de incentivar o transporte que não polua o meio-ambiente”, comenta ele.
Professor pardal
Os inventos de Marcos – são oito modelos já patenteados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) – se destacam pela praticidade e economia.
Por enquanto, três modelos se encontram à disposição. Todos são construídos com três rodas. Um dos modelos é direcionado ao transporte de carga – suporta até 200 quilos (no plano).
Outro é direcionado para propaganda de empresas. “É uma espécie de outdoor ambulante”, comenta Marcos, que também produz um triciclo para idosos.
Os preços dos modelos variam: o de carga, por exemplo, custa R$ 1,550, já o de propaganda é vendido por R$ 6 mil – é coberto e tem capacidade para três pessoas.
Inaugurada há um ano, a fábrica tem capacidade para produzir cerca de 50 unidades por mês. O investimento até agora foi de R$ 200 mil.
Marcos indica seus triciclos para locais planos, apesar do câmbio ter 21 marchas. A Prefeitura do Rio de Janeiro negocia a compra de 20 unidades para serem usadas no transporte de turistas, na praia do Leblon.
Matéria do Jornal da Cidade, Bauru, 13 de dezembro de 2007
Triciclos utilitários chegam ao mercado
Projeto criado e desenvolvido em empresa de Bauru pode ser utilizado para o transporte de passageiros e de cargas
Um invento feito para transformar bicicletas e motocicletas em meios de transporte que não caem deu vida a um novo tipo de equipamento, que começou a ser comercializado há pouco mais de um mês em Bauru. São triciclos transformados em modelos utilitários, que servem tanto para transportar passageiros quanto cargas.
De acordo com o diretor-geral e sócio investidor da empresa que fabrica os veículos, Marcos Serra Negra Camerini, veículos semelhantes já foram desenvolvidos em locais como Alemanha e Ásia, com grande sucesso e aceitação do mercado. “Mas nós desenvolvemos um projeto próprio, inclusive com diferencial, suspensão, câmbio, sistema de eixos e de transmissão, todos patenteados”, observa Camerini, que também é o engenheiro responsável pelo projeto.
Por enquanto, apenas modelos para bicicleta estão disponíveis para compra: passageiro (com capacidade para dois lugares, além do piloto), caçamba (com 40 centímetros de altura), baú (50 centímetros de altura) e van (1,10m). Nas versões de carga, todas as carrocerias têm um metro quadrado de base e capacidade para suportar até 200kg.
No entanto, o triciclo de passageiros é o mais charmoso dos quatro modelos. Com design diferenciado, cobertura fabricada em fibra de carbono e com grande apelo ecológico, já que não polui o ambiente, ele tem como principal nicho de mercado o setor de turismo. Indicado para terrenos planos, pode ser utilizado em pequenos passeios em praias, parques, hotéis, shoppings e centros de convenções.
“A idéia é explorar o potencial de mídia deste veículo, que pode ser todo adesivado com propagandas.
Com isso, dependendo da intenção, o dono da frota não precisa nem cobrar os passageiros pelo passeio”, explica Camerini. Já as versões de carga são voltadas para a indústria e para o transporte de volumes que não representem muito peso. Em muitos casos, os triciclos substituiriam o trabalho de empilhadeiras, barateando custos para as empresas.
Acessórios
Segundo informou Camerini, o triciclo para passageiros movido a pedal custa entre R$ 6 mil e R$ 8 mil, dependendo dos acessórios acoplados ao veículo, como bateria, caixa de fusíveis, iluminação de teto, luzes traseiras e interruptores.
“Esta parte elétrica agregada já é toda pensada para que o veículo seja utilizado como divulgação de propagandas”, revela. Já as versões de carga custam em torno de R$ 1,5 mil.
Com capacidade para fabricar 20 triciclos ao mês, por enquanto a empresa só comercializa os modelos sob encomenda, com entrega em todo o Estado de São Paulo.
Veículo faz teste em Empresa Hoteleira

Empresa Hoteleira testa Agility Bike passeio como ecotaxi para transportar seus hóspedes. Facilidade, economia e respeito ao meio ambiente.